Tranqülidade, serenidade...
Tudo o que precisei, durante muito o tempo....
Adquirido em questão de minutos...
Não encontrei nas pessoas, não encontrei na amizade,
Nem na loucura.
Encontrei nas palavras de um momento, num sorriso
Na aceitação de quem sou e do que são meus sentimentos
Na identificação do pensar, do sofrer e do sentir.
Na compreensão máxima do que se pode realmente chamar de amor.
Dias tranqüilos e serenos...para mim e para ti!!!
Beijos
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
“Ah, se eu pudesse te transmitir a lembrança, só agora viva, do que nós já vivemos, sem saber.
Sei que é difícil...mas vamos...por nós...”
“...Não tenhas medo agora...
Está a salvo, porque pelo menos já aconteceu; a menos que você veja perigo em saber que aconteceu...
É que, quando amávamos, eu não sabia que o amor estava acontecendo muito mais exatamente quando não havia o que chamávamos de amor.... o amor era isso...o que vivíamos e desprezávamos.”
É quando menos percebemos, que mais o amor acontece...
Comigo foi assim.... e com você?
Eu sei...também foi...
Sei que é difícil...mas vamos...por nós...”
“...Não tenhas medo agora...
Está a salvo, porque pelo menos já aconteceu; a menos que você veja perigo em saber que aconteceu...
É que, quando amávamos, eu não sabia que o amor estava acontecendo muito mais exatamente quando não havia o que chamávamos de amor.... o amor era isso...o que vivíamos e desprezávamos.”
É quando menos percebemos, que mais o amor acontece...
Comigo foi assim.... e com você?
Eu sei...também foi...
Clarice...mas com algumas adaptações minhas...
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Por que você não me deixa falar?
Por que sempre que tomo a iniciativa de te explicar tudo o que aconteceu, de tentar me desculpar, você dá um jeito de escapar?
Eu entenderia perfeitamente
Se soubesse que você não me quer por perto
Se soubesse que nada do que eu quero dizer tem importância pra você...
Mas o tempo todo, os seus indícios dizem o contrário...
Você afirma que me ama...e não quer me ouvir.
Sou plenamente capaz de entender a contradição,
e mais ainda quando ela aparece como companheira da dor e do sofrimento (que eu sei...existiram...)
Mas não sou capaz de entender a preferência pela dúvida, pelo não saber
ao revés de tudo o que tenho tentado mostrar e falar...
Mas te digo ( e pela última vez, usando artifícios e instrumentos tecnológicos ao invés da própria voz),
Eu não vou terminar o ano sem resolver tudo o que está pendente na minha vida...e isto inclui a minha relação com você...
Então, pense nisso e me ajude a ter forças para me e te apoiar, enfrentando a realidade, as verdades, os erros e acertos, com clareza e determinação...como fazemos com todas as outras situações de nossas vidas...
Só quero me fazer e te fazer feliz!
Por que sempre que tomo a iniciativa de te explicar tudo o que aconteceu, de tentar me desculpar, você dá um jeito de escapar?
Eu entenderia perfeitamente
Se soubesse que você não me quer por perto
Se soubesse que nada do que eu quero dizer tem importância pra você...
Mas o tempo todo, os seus indícios dizem o contrário...
Você afirma que me ama...e não quer me ouvir.
Sou plenamente capaz de entender a contradição,
e mais ainda quando ela aparece como companheira da dor e do sofrimento (que eu sei...existiram...)
Mas não sou capaz de entender a preferência pela dúvida, pelo não saber
ao revés de tudo o que tenho tentado mostrar e falar...
Mas te digo ( e pela última vez, usando artifícios e instrumentos tecnológicos ao invés da própria voz),
Eu não vou terminar o ano sem resolver tudo o que está pendente na minha vida...e isto inclui a minha relação com você...
Então, pense nisso e me ajude a ter forças para me e te apoiar, enfrentando a realidade, as verdades, os erros e acertos, com clareza e determinação...como fazemos com todas as outras situações de nossas vidas...
Só quero me fazer e te fazer feliz!
Paula Cabral/2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
terça-feira, 4 de setembro de 2007
“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”
Clarice (de novo) Lispector
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Pensando em alguém especial
Você me faz falta quando está perto e quando está longe
Quando está longe sinto falta de sua presença
Quando está perto, sinto falta de tudo o que foi e não é mais
Risos, choros, abraços, carinhos, conversas profundas
Tudo o que se perdeu em conseqüência de sentimentos inexplicáveis (ou inaceitáveis)
De descobertas não desejadas, mas incontroláveis
De atitudes emocionalmente agressivas, mas sensatas
De tanto que a razão atrapalhou a emoção
Sinto falta de tudo o que foi e não é
Ainda que seja
Dentro de mim e dentro de ti
Você me faz falta quando está perto e quando está longe
Quando está longe sinto falta de sua presença
Quando está perto, sinto falta de tudo o que foi e não é mais
Risos, choros, abraços, carinhos, conversas profundas
Tudo o que se perdeu em conseqüência de sentimentos inexplicáveis (ou inaceitáveis)
De descobertas não desejadas, mas incontroláveis
De atitudes emocionalmente agressivas, mas sensatas
De tanto que a razão atrapalhou a emoção
Sinto falta de tudo o que foi e não é
Ainda que seja
Dentro de mim e dentro de ti
Paula Cabral/ 2007
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Primeira postagem...
Ouvindo "Big girls don´t cry"
Pensando que grandes garotas choram sim...porque grandes garotas vivem intensamente
E viver intensamente dói, fere, consome
Mas satisfaz (ainda que não o suficiente!)
Grandes garotas, grandes mulheres
Têm dentro de si o pulso da vida
Aquele que em nenhum momento se cala, se resigna, se contenta
Sempre quer mais e por mais que tenha, por mais que seja
Nunca será e terá o suficiente
Porque grandes garotas sempre querem...
A paixão, a emoção, o novo, a vida!!!
Ouvindo "Big girls don´t cry"
Pensando que grandes garotas choram sim...porque grandes garotas vivem intensamente
E viver intensamente dói, fere, consome
Mas satisfaz (ainda que não o suficiente!)
Grandes garotas, grandes mulheres
Têm dentro de si o pulso da vida
Aquele que em nenhum momento se cala, se resigna, se contenta
Sempre quer mais e por mais que tenha, por mais que seja
Nunca será e terá o suficiente
Porque grandes garotas sempre querem...
A paixão, a emoção, o novo, a vida!!!
Paula Cabral/2007
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